eletroterapia de média frequência
Reabilitação
≈ ¥20-50
(≈ $3-7)
15 min
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Descrição
O custo estimativo de eletroterapia de média frequência em hospitais públicos gerais na China é de aprox. ¥15-40, e em hospitais Classe 3A de aprox. ¥20-50.
Principais Usos
Tratamento da dor aguda e crônica (ex.: lombalgia, cervicalgia, fibromialgia), redução de edema pós-traumático ou pós-cirúrgico, estimulação neuromuscular para prevenção de atrofia muscular, melhora da circulação local e da reabsorção linfática, facilitação da recuperação funcional em lesões musculoesqueléticas e reabilitação neurológica (ex.: pós-AVC, lesões medulares incompletas), além de uso complementar em distúrbios como tendinopatias e síndrome do túnel do carpo.
Faixa Normal
A eletroterapia de média frequência (EMF) não é um exame laboratorial com valores numéricos quantificáveis (como glicose ou hemoglobina), mas sim um procedimento terapêutico que utiliza correntes elétricas na faixa de 1 kHz a 100 kHz. Não há 'faixa normal' em termos de valores numéricos — os parâmetros ajustados clinicamente incluem frequência (geralmente 1–10 kHz), intensidade (0,1–100 mA, conforme tolerância do paciente), duração (10–30 minutos por sessão) e modo (contínuo, modulado ou interferencial). A eficácia é avaliada subjetivamente (redução da dor, melhora funcional) e objetivamente (amplitude de movimento, força muscular, edema).
Valores Baixos - Possíveis Causas
Ajuste inadequado do aparelho (intensidade muito baixa), má condutividade do gel ou dos eletrodos, má aderência dos eletrodos à pele, resistência cutânea elevada (ex.: pele seca, hiperqueratose), ausência de resposta neurofisiológica devido a lesões nervosas periféricas graves ou neuropatia sensorial profunda.
Valores Altos - Possíveis Causas
Ajuste excessivo da intensidade ou frequência pelo fisioterapeuta, sensibilidade aumentada do paciente (ex.: alodinia em síndromes dolorosas crônicas), aplicação sobre áreas com alterações dérmicas (ex.: feridas abertas, inflamação aguda), uso incorreto em contraindicações (ex.: presença de marca-passo não compatível, tumores ativos), ou resposta paradoxal em pacientes com distúrbios do processamento sensorial central.